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jan 05
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Os avós da publicidade brasileira

Olá, jovem publicitário de nossos dias. Você já conversou com seus avós?

Parte I

Li aqui no nosso blog uma rápida biografia do Renato Castelo Branco, um dos avós sagrados da publicidade brasileira, com grande atuação nas décadas de 60 a 80.  Veio então à memória a atuação de todos contemporâneos do Renato, e com isso o clima desses anos passados.

É bom esclarecer, jovem leitor, se você não sacou ainda, que quando falo em avós, não me refiro aos biológicos e sim aos de nossa profissão.

Os desbravadores e pioneiros apareceram em uma época que o Brasil deixava de ser um país parado na colônia, para ser um país de relevância internacional; deixava de ser conhecido só por ser exportador de café, para participar no concerto do comércio internacional.

A publicidade de então era como sua época: além de pioneira, carregava uma forte e vulnerável inocência.

Época do preto e branco nos jornais, no cinema e na TV. A década de 70 foi notável. Talvez, e em plena ditadura, vivemos nossa “Belle époque” com a transição do P&B para o colorido na mídia.

As revistas gradualmente se coloriam e nosso principal meio, a TV, inaugurava suas cores com a Copa do México onde nossa Seleção – a melhor de todos os tempos e que revolucionou o futebol mundial.

Os vários satélites universalizavam as comunicações em redes mundiais. Vimos pela TV ainda em preto e branco, o homem pisar na lua. Surgiu a Bossa Nova, e Tom fazia dupla com Sinatra e Chico Buarque.

O Pasquim desafiava a ditadura e cresciam as grandes agências de publicidades: DPZ, Alcântara Machado, Alex Periscinoto, Mauro Sales, Interamericana, Thompson, McCann, entre outras.  Todas formadoras de grandes talentos que deixavam de ser incipientes em nosso mundo da comunicação.

Conversem com seus avós. Eles, jovens publicitários, tem muitas aventuras a lhe contar.  Eles contarão entre outras coisas qual era o clima em que se fazia a comunicação. Havia inocência, ética e desespero nos prazos.

(Continua semana que vem…)

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