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ago 10
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A revolução das mini câmeras digitais

Todos nós temos um telefone celular, fora aqueles que tem dois ou três.

Hoje este universo fantástico se iguala ao número de habitantes na terra. Destes 7 bilhões de telefones mais de 87% contam com mini câmeras fotográficas. Tão pequenas – pesam de 10 a 20 gramas – mas com alta eficiência e definição. Hoje, todos somos fotógrafos.

Mas a história da nano câmera começou há cerca de 120 anos, quando os irmãos Lumière estamparam imagens em movimento pela primeira vez em uma geringonça que eles mesmos fabricaram.
Transcorre o tempo e a imagem vira negócio global, com a criação por George Eastman da Kodak, que mal comparando poderia ser a Apple dos anos 30, e por quatro décadas dominou o mercado mundial da imagem.

Mas nossa geração sofrerá ainda com a dimensões e o peso das câmeras. Ainda no final dos anos 50, quando nos formamos na Escola de Cine de Santa Fé, Argentina, devíamos fazer o filme de final de curso, eu era assistente de câmera e tinha que carregar e montar nas externas uma Superparvo francesa.

Uma câmera de estúdio blindada para captar o som sem interferências do ruído da própria máquina funcionando. Ela pesava dentro da caixa 95 quilos, um verdadeiro exercício de halterofilismo. Essa máquina de filmar tinha história, estava em Buenos Aires trazidas pelos alemães fugidos no final da guerra. Ela tinha pertencido, segundo diziam, nada menos que a Leni Riefenstahl, genial cineasta alemã dos anos 30-40.

Assim, chegamos aos dias de hoje onde se opera a revolução da digitalização e da compressão dos dados em todo o universo humano. Pequenas câmeras que salvam vidas em desastres e terremotos. Micro câmeras de vigilância que nos olham por onde andamos e câmeras em celulares, facilidade que transformou a humanidade em fotógrafos da realidade cotidiana.

No momento de pensar nas imagens para sua apresentação corporativa, lembre que não somos apenas “registradores de imagens”. Trabalhe com talento e emoção, captando no segundo oportuno uma paisagem, um objeto ou um rosto que nos inspire, nos comova e nos faça pensar.

Pois é isso que torna nossa apresentação – e nossa vida – memorável.

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