Um pitch deck tem uma característica que o diferencia de qualquer outra apresentação corporativa: o tempo de atenção do investidor é curto, e a decisão de continuar ouvindo — ou não — acontece nos primeiros slides.

A seguir, a estrutura que os investidores esperam ver

1. Problema — qual dor real do mercado justifica a existência do negócio.

2. Solução — como o produto ou serviço resolve esse problema de forma diferenciada.

3. Mercado — tamanho da oportunidade e por que agora é o momento certo.

4. Modelo de negócio — como a empresa gera receita.

5. Tração — evidências de que a solução já funciona (clientes, receita, crescimento).

6. Time — por que esse time específico é capaz de executar o plano.

7. Investimento — quanto está sendo captado e para quê exatamente.

O que faz um pitch deck perder um investidor

  • Excesso de slides antes de chegar ao problema real que o negócio resolve;
  • Números sem contexto (crescimento “de 10 para 50” sem dizer a unidade ou o período);
  • Falta de clareza sobre o investimento — quanto, para quê e em que condições;
  • Design que não reflete o estágio e a seriedade do negócio.

Menos é mais

Pitch decks eficientes raramente passam de 12 a 15 slides. Informações complementares — projeções detalhadas, dados técnicos — ficam em um anexo, não no corpo principal do deck.

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