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Indústria 4.0 e as profissões do futuro

Da série “O papel social das apresentações”

Recentemente fiz uma palestra para um grupo de jovens em um projeto social na cidade de Diadema, grande São Paulo.

O tema foi “Indústria 4.0 e as profissões do futuro”. Mas, além de mostrar e discutir como as novas tecnologias digitais impactam a economia, como explicar que muitas das vagas que ocupam hoje irão desaparecer e, principalmente, como continuar tendo esperança de conseguir um bom emprego nesses novos tempos?

Acredito que para isso precisamos investir em nossa educação, aliada ao poder de criação próprio do homem, além de contar com nosso lado emocional e sensível para a tomada de decisões.

Nossa vida mudou drasticamente a partir do século XXI. Nesse período surgiram por exemplo o Facebook, YouTube (ambos em 2005) e a primeira geração do iPhone (2007). Cerca de 90% de toda a informação existente na internet hoje foi produzida a partir de 2013 (os últimos 3 anos!)

E vai continuar mudando ainda mais nos próximos 10, 20 anos, em uma velocidade exponencial, pois existe cada vez mais informação, e ela circula cada vez mais rápido. Nesse minuto apenas, 2 milhões de consultas são feitas no Google, 100 mil mensagens estão sendo enviadas pelo Twitter e 200 milhões de e-mails são disparados.

Com o acesso à informação no novo mundo digital, o consumidor passou a ter um papel fundamental sobre o tipo de produto que deseja, com uma nova postura em relação aos bens produzidos e aos serviços prestados. Os clientes estão mais bem informados sobre os produtos do que os próprios vendedores. E as empresas tiveram que se reinventar e correr atrás desse novo perfil de comportamento.

Segundo o empreendedor Elon Musk, criador de negócios como a SpaceX e a Tesla Motors, “algumas pessoas não gostam de mudar, mas você precisa abraçar a mudança. ”

Hoje, 43% da população mundial está conectada à internet – quase 3 bilhões de pessoas – e as pesquisam mostram que até 2025, 90% das pessoas terão acesso.

Em 2017, 60% dos dados estão nos países desenvolvidos, mas até 2020 (somente daqui a 3 anos), estarão em países emergentes como Brasil, China, Índia e México.

O impacto dessa revolução já chegou em nossa porta – ou dentro de nossa casa através das soluções de IoT (Internet das coisas, aplicativos e sensores que conectam dispositivos eletrônicos domésticos à Internet) – e está mexendo também nos postos de trabalho.

A produção industrial depende 80% de robôs – cerca de 1,1 milhões de robôs trabalham; a inteligência artificial substitui os humanos em operações de call center e lojas como a AmazonGo já cortaram atendentes e caixas.

Mas enquanto empregos desaparecem, a combinação de tecnologias digitais com a criatividade humana faz surgir novas oportunidades. E as possibilidades são infinitas.

Com o acesso às conexões globalizado, tecnologias mais acessíveis e baratas, podemos ter melhor acesso à moradia (casas feitas em impressoras 3D), energia mais limpa (solar e eólica), água potável em regiões remotas, medicamentos produzidos localmente e cultivo de culturas mais resistentes (biotecnologia). No transporte, veículos autônomos, compartilhados e elétricos significam cidades com menos automóveis, menos poluição e mais áreas verdes, além de menos acidentes. Podemos viver mais e melhor. Na educação, temos os cursos online com acesso por smartphones cada vez mais baratos (na Ásia o preço já chega a U$ 10).

Nessa realidade, na qual as máquinas têm um papel fundamental, o profissional precisa deixar de ser apenas operacional e passar a ser mais criativo. Menos executor e mais estratégico. O acesso à informação estará em toda parte.

Procure imaginar quais oportunidades surgirão, e como você pode fazer isso acontecer antes. Busque algo novo e diferente para fazer.

Lembre-se: mais conexões, mais oportunidades.

Que o mundo mais conectado seja também o mundo da educação, cultura e inclusão, no qual as pessoas se relacionem, se respeitem e sejam mais participativas e solidárias.

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